
Nossa base de dados de filmes que valem a pena assistir
Donbass” (2018) de Sergei Loznitsa retrata a Ucrânia em conflito, onde a indistinção entre o real e o encenado revela o poder corrosivo da propaganda sobre a percepção da realidade.
O Mundo de Leland aborda o assassinato cometido por um adolescente, explorando as complexas repercussões do crime e a busca por significado na tragédia.
Singles retrata a vida adulta jovem em Seattle nos anos 90, com a cena grunge ao fundo, acompanhando moradores de um prédio navegando romances, compromissos e a busca por sentido.
In the Realms of the Unreal mostra a vida de Henry Darger, um zelador recluso cuja morte revelou um universo ficcional monumental. O filme explora sua arte singular.
O filme Be with Me de Eric Khoo tece histórias de conexão e solidão na Cingapura, abordando a condição humana e a busca por pertencimento em suas complexidades.
It’s Not Me, I Swear! acompanha Léon, um garoto de 10 anos que lida com o divórcio dos pais e uma mudança em 1968 com atos de rebeldia e imaginação. O filme retrata a psique infantil.
O Rastro da Gatuna (1954) retrata a formação de uma multidão em busca de justiça sumária no Velho Oeste, expondo a fragilidade da razão e a barbárie.
Morphine (2008) de Aleksey Balabanov retrata a descida de um jovem médico ao vício na Rússia de 1917. O filme analisa a decadência pessoal e social do período pré-revolucionário.
Passage à l’acte” de Martin Arnold manipula exaustivamente uma cena clássica, desconstruindo a percepção do tempo e da linguagem cinematográfica.
Dieste [Uruguay]” de Heinz Emigholz documenta as inovações arquitetônicas de Eladio Dieste no Uruguai. O filme apresenta a genialidade de suas abóbadas de cerâmica armada através de uma observação visual imersiva.
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