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“As minhas estúpidas intenções”, Bernardo Zanoni

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As minhas estúpidas intenções

No limiar dos 40, quando o futuro já não parece uma tela em branco mas sim um horizonte manchado de incertezas e promessas esquecidas, Bernardo Zanoni – ou o seu alter ego literário – lança um olhar implacável sobre a vida que construiu (ou deixou de construir). “As minhas estúpidas intenções” é um mergulho profundo e vertiginoso na memória, naquilo que nos define e no abismo entre o que fomos e o que nos tornamos.

São as “intenções estúpidas” do título, aquelas escolhas aparentemente banais, paixões fugazes ou sonhos adiados que, afinal, moldaram quem ele é. Numa prosa que flui como um pensamento íntimo, por vezes digressivo, Zanoni disseca as relações que o definiram – os amores perdidos, as amizades que resistem, a família que o ancora e, por vezes, o sufoca. Lisboa, com a sua luz melancólica e as suas ruas labirínticas, torna-se um personagem, um espelho das suas próprias memórias e frustrações.

Este livro é uma autoficção brutalmente honesta, onde a linha entre o autor e a sua persona literária se esbate, convidando o leitor a questionar a própria realidade. É uma reflexão sobre a melancolia da passagem do tempo, a persistência de um certo falhanço no amor e na arte, e a busca incessante por um sentido num mundo cada vez mais fragmentado. E na era da hiperconectividade, onde as redes sociais fabricam a ilusão de vidas perfeitas, o autor confronta a sua própria imperfeição, a solidão que insiste, a busca por significado para além dos *likes*.

Este não é um livro sobre respostas, mas sobre as perguntas que nos assombram: O que perdemos ao crescer? O que fazemos com os nossos ‘quase’ e ‘se tivesse’? Como reconciliar o eu de agora com o eu de outrora, cheio de sonhos (e intenções estúpidas)? É uma obra visceral, autoficcional até à medula, que desafia o leitor a mergulhar na sua própria vulnerabilidade, nas suas próprias “estúpidas intenções”. Uma leitura obrigatória para quem alguma vez se sentiu à deriva no mar das suas próprias expectativas, e uma prova de que a maior coragem reside em desvendar as nossas mais honestas e ‘estúpidas’ intenções.

“As minhas estúpidas intenções” está à venda no site da Âyiné.

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As minhas estúpidas intenções

No limiar dos 40, quando o futuro já não parece uma tela em branco mas sim um horizonte manchado de incertezas e promessas esquecidas, Bernardo Zanoni – ou o seu alter ego literário – lança um olhar implacável sobre a vida que construiu (ou deixou de construir). “As minhas estúpidas intenções” é um mergulho profundo e vertiginoso na memória, naquilo que nos define e no abismo entre o que fomos e o que nos tornamos.

São as “intenções estúpidas” do título, aquelas escolhas aparentemente banais, paixões fugazes ou sonhos adiados que, afinal, moldaram quem ele é. Numa prosa que flui como um pensamento íntimo, por vezes digressivo, Zanoni disseca as relações que o definiram – os amores perdidos, as amizades que resistem, a família que o ancora e, por vezes, o sufoca. Lisboa, com a sua luz melancólica e as suas ruas labirínticas, torna-se um personagem, um espelho das suas próprias memórias e frustrações.

Este livro é uma autoficção brutalmente honesta, onde a linha entre o autor e a sua persona literária se esbate, convidando o leitor a questionar a própria realidade. É uma reflexão sobre a melancolia da passagem do tempo, a persistência de um certo falhanço no amor e na arte, e a busca incessante por um sentido num mundo cada vez mais fragmentado. E na era da hiperconectividade, onde as redes sociais fabricam a ilusão de vidas perfeitas, o autor confronta a sua própria imperfeição, a solidão que insiste, a busca por significado para além dos *likes*.

Este não é um livro sobre respostas, mas sobre as perguntas que nos assombram: O que perdemos ao crescer? O que fazemos com os nossos ‘quase’ e ‘se tivesse’? Como reconciliar o eu de agora com o eu de outrora, cheio de sonhos (e intenções estúpidas)? É uma obra visceral, autoficcional até à medula, que desafia o leitor a mergulhar na sua própria vulnerabilidade, nas suas próprias “estúpidas intenções”. Uma leitura obrigatória para quem alguma vez se sentiu à deriva no mar das suas próprias expectativas, e uma prova de que a maior coragem reside em desvendar as nossas mais honestas e ‘estúpidas’ intenções.

“As minhas estúpidas intenções” está à venda no site da Âyiné.

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