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“Ano Todavia 2025”, Lilia Guerra e Mariana Zanetti

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## Ano Todavia 2025: O Despertar em um Futuro Que Já Nos Esqueceu

**2025 não é o futuro que imaginávamos.** Longe de carros voadores e utopias tecnológicas, o ano que se anuncia em ‘Ano Todavia 2025’, de Lilia Guerra e Mariana Zanetti, é um pesadelo silencioso de desumanização, onde a conectividade máxima culminou na desconexão mais profunda.

Prepare-se para mergulhar em um mundo onde a digitalização da existência atingiu o seu ponto mais nefasto. A carne tornou-se um mero apêndice, a memória um algoritmo, a individualidade uma linha de código, e a própria realidade é maleável, moldada por interfaces que prometem conveniência, mas entregam esquecimento. A humanidade, em sua busca incessante por otimização e eficiências digitais, cedeu sua essência, aceitando a diluição do ser em uma infinidade de dados efêmeros.

Mas, e se, nesse cenário de dissolução, onde o “ser” se confunde com o “ter” digital, a pergunta inquietante ainda persistisse: o que resta da humanidade?

‘Ano Todavia 2025’ não é apenas uma distopia especulativa; é um espelho perturbadoramente iminente. As autoras desdobram uma narrativa visceral que investiga a fragilidade da identidade, a tirania da conectividade ininterrupta e o custo insidioso da suposta ‘evolução’. O que acontece quando a nossa essência se torna um dado, suscetível a erros, corrupções e, pior, a apagamentos deliberados? Como se forja o futuro quando o passado é reescrito a cada clique, e o presente é uma ilusão interativa?

Este livro é um alerta, uma provocação para questionarmos a tela que nos separa do mundo real, a nuvem que guarda nossos segredos mais íntimos e o algoritmo que, talvez, já saiba mais sobre nós do que nós mesmos. É um convite incômodo a olhar para o abismo da nossa própria era digital e a confrontar a possibilidade de que o verdadeiro progresso esteja na preservação do que nos faz fundamentalmente humanos: a falha, a memória imperfeita, o tato, a dor, o amor e, sobretudo, a capacidade de sentir e existir além dos bytes.

**Seremos capazes de nos encontrar, de sentir, de *ser* em 2025, todavia?** A resposta a essa pergunta é mais urgente do que nunca.

“Ano Todavia 2025” está à venda no site da Todavia.

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## Ano Todavia 2025: O Despertar em um Futuro Que Já Nos Esqueceu

**2025 não é o futuro que imaginávamos.** Longe de carros voadores e utopias tecnológicas, o ano que se anuncia em ‘Ano Todavia 2025’, de Lilia Guerra e Mariana Zanetti, é um pesadelo silencioso de desumanização, onde a conectividade máxima culminou na desconexão mais profunda.

Prepare-se para mergulhar em um mundo onde a digitalização da existência atingiu o seu ponto mais nefasto. A carne tornou-se um mero apêndice, a memória um algoritmo, a individualidade uma linha de código, e a própria realidade é maleável, moldada por interfaces que prometem conveniência, mas entregam esquecimento. A humanidade, em sua busca incessante por otimização e eficiências digitais, cedeu sua essência, aceitando a diluição do ser em uma infinidade de dados efêmeros.

Mas, e se, nesse cenário de dissolução, onde o “ser” se confunde com o “ter” digital, a pergunta inquietante ainda persistisse: o que resta da humanidade?

‘Ano Todavia 2025’ não é apenas uma distopia especulativa; é um espelho perturbadoramente iminente. As autoras desdobram uma narrativa visceral que investiga a fragilidade da identidade, a tirania da conectividade ininterrupta e o custo insidioso da suposta ‘evolução’. O que acontece quando a nossa essência se torna um dado, suscetível a erros, corrupções e, pior, a apagamentos deliberados? Como se forja o futuro quando o passado é reescrito a cada clique, e o presente é uma ilusão interativa?

Este livro é um alerta, uma provocação para questionarmos a tela que nos separa do mundo real, a nuvem que guarda nossos segredos mais íntimos e o algoritmo que, talvez, já saiba mais sobre nós do que nós mesmos. É um convite incômodo a olhar para o abismo da nossa própria era digital e a confrontar a possibilidade de que o verdadeiro progresso esteja na preservação do que nos faz fundamentalmente humanos: a falha, a memória imperfeita, o tato, a dor, o amor e, sobretudo, a capacidade de sentir e existir além dos bytes.

**Seremos capazes de nos encontrar, de sentir, de *ser* em 2025, todavia?** A resposta a essa pergunta é mais urgente do que nunca.

“Ano Todavia 2025” está à venda no site da Todavia.

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