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O fetiche da esquerda com o Hamas

Nível de relativização perante os ataques terroristas chega ao absurdo

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No palco de uma reunião intelectual, assisti a um espetáculo peculiar, onde a relativização dos ataques do Hamas contra Israel se transformou em uma exibição de acrobacias retóricas. Era como se estivessem competindo para ver quem podia torcer a lógica mais absurdamente.

A cena se desenrolava em uma sala de estar intelectualmente adornada, onde os participantes, segurando suas xícaras de latte de soja, discutiam com fervor, como se estivessem debatendo os segredos do universo.

Um dos presentes, com um ar de quem está prestes a revelar um segredo profundo, proclamou: “O Hamas, meus caros, é uma encarnação da luta legítima contra a opressão. Além disso, quem pode negar o apelo dos fogos de artifício?”

Outro, autodenominado “anarquista de estofado”, acrescentou: “Certamente, e os mísseis do Hamas são como fogos de artifício, mas com uma pitada de realismo político, um verdadeiro show pirotécnico.”

Não pude evitar um sorriso irônico, pensando que “os abrigos antiaéreos israelenses devem ser a ideia deles de casas de bonecas gigantes, projetadas para aumentar o drama da festa”.

Mas a relativização continuou a atingir níveis cada vez mais extravagantes. Alguém mencionou que, no fundo, os ataques do Hamas eram uma forma de protesto artístico. “Você já notou a simetria nas explosões? Uma verdadeira performance de alto nível!”

Nesse ponto, eu me perguntei se estava participando de um debate político ou assistindo a uma peça de teatro absurda. Era como se a realidade estivesse sendo desmontada e remontada em um quebra-cabeça distorcido de ideias e justificativas.

A cereja no topo desse bolo bizarro veio quando alguém argumentou: “Os ataques do Hamas são uma forma de arte de vanguarda, desafiando nossos conceitos antiquados de ‘segurança’ e ‘paz’.”

Partindo daquele encontro peculiar, saí com um sentimento de perplexidade. Percebi que, em um mundo onde a relativização atinge picos tão estratosféricos, talvez seja a hora de nos questionarmos se estamos transformando o absurdo em norma.

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No palco de uma reunião intelectual, assisti a um espetáculo peculiar, onde a relativização dos ataques do Hamas contra Israel se transformou em uma exibição de acrobacias retóricas. Era como se estivessem competindo para ver quem podia torcer a lógica mais absurdamente.

A cena se desenrolava em uma sala de estar intelectualmente adornada, onde os participantes, segurando suas xícaras de latte de soja, discutiam com fervor, como se estivessem debatendo os segredos do universo.

Um dos presentes, com um ar de quem está prestes a revelar um segredo profundo, proclamou: “O Hamas, meus caros, é uma encarnação da luta legítima contra a opressão. Além disso, quem pode negar o apelo dos fogos de artifício?”

Outro, autodenominado “anarquista de estofado”, acrescentou: “Certamente, e os mísseis do Hamas são como fogos de artifício, mas com uma pitada de realismo político, um verdadeiro show pirotécnico.”

Não pude evitar um sorriso irônico, pensando que “os abrigos antiaéreos israelenses devem ser a ideia deles de casas de bonecas gigantes, projetadas para aumentar o drama da festa”.

Mas a relativização continuou a atingir níveis cada vez mais extravagantes. Alguém mencionou que, no fundo, os ataques do Hamas eram uma forma de protesto artístico. “Você já notou a simetria nas explosões? Uma verdadeira performance de alto nível!”

Nesse ponto, eu me perguntei se estava participando de um debate político ou assistindo a uma peça de teatro absurda. Era como se a realidade estivesse sendo desmontada e remontada em um quebra-cabeça distorcido de ideias e justificativas.

A cereja no topo desse bolo bizarro veio quando alguém argumentou: “Os ataques do Hamas são uma forma de arte de vanguarda, desafiando nossos conceitos antiquados de ‘segurança’ e ‘paz’.”

Partindo daquele encontro peculiar, saí com um sentimento de perplexidade. Percebi que, em um mundo onde a relativização atinge picos tão estratosféricos, talvez seja a hora de nos questionarmos se estamos transformando o absurdo em norma.

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