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“A cidade dos vivos”, Nicola Lagioia

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A cidade dos vivos

Em uma fria noite de março, em Roma, o assassinato brutal de Luca Varani não foi apenas mais um crime; foi um espelho distorcido, lançado sobre a face mais sombria da Cidade Eterna. O palco é um apartamento suburbano, mas os fios que unem os executores – Marco Prato, um promoter de festas glamourosas, e Manuel Foffo, um jovem de família de classe média alta – estendem-se por um submundo de excessos, drogas, sexo e uma vertigem moral que poucos ousam contemplar.

Nicola Lagioia, o renomado autor, não apenas narra os fatos com a precisão de um jornalista investigativo, mas mergulha na alma de sua própria cidade. Com uma prosa afiada e perturbadora, ele disseca o caso Varani não como um incidente isolado, mas como um sintoma, uma ferida aberta que revela a corrupção e o vazio existencial por trás do verniz de opulência e história milenar. O livro é um convite – ou um empurrão forçado – para confrontar a face mais repulsiva da natureza humana e da sociedade contemporânea.

É uma jornada inquietante pelas entranhas de uma Roma que não aparece nos cartões-postais: uma cidade onde a busca desenfreada por prazer e a anomia moral se transformam em um abismo capaz de devorar vidas. Lagioia questiona o que nos leva a cruzar a linha da desumanidade, a indiferença que permite que o mal se instale e a complexa teia de relações sociais, psicológicas e até políticas que pavimentam o caminho para a barbárie.

‘A cidade dos vivos’ é mais que um relato de *true crime*; é uma anatomia implacável de uma era, um grito de alerta e um espelho para as sombras que espreitam sob a superfície de nossas próprias vidas e cidades. Prepare-se para uma leitura visceral, que irá perturbar, fascinar e, acima de tudo, forçá-lo a olhar para o lado escuro da alma humana e da sociedade sem desviar o olhar.

“A cidade dos vivos” está à venda no site da Âyiné.

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A cidade dos vivos

Em uma fria noite de março, em Roma, o assassinato brutal de Luca Varani não foi apenas mais um crime; foi um espelho distorcido, lançado sobre a face mais sombria da Cidade Eterna. O palco é um apartamento suburbano, mas os fios que unem os executores – Marco Prato, um promoter de festas glamourosas, e Manuel Foffo, um jovem de família de classe média alta – estendem-se por um submundo de excessos, drogas, sexo e uma vertigem moral que poucos ousam contemplar.

Nicola Lagioia, o renomado autor, não apenas narra os fatos com a precisão de um jornalista investigativo, mas mergulha na alma de sua própria cidade. Com uma prosa afiada e perturbadora, ele disseca o caso Varani não como um incidente isolado, mas como um sintoma, uma ferida aberta que revela a corrupção e o vazio existencial por trás do verniz de opulência e história milenar. O livro é um convite – ou um empurrão forçado – para confrontar a face mais repulsiva da natureza humana e da sociedade contemporânea.

É uma jornada inquietante pelas entranhas de uma Roma que não aparece nos cartões-postais: uma cidade onde a busca desenfreada por prazer e a anomia moral se transformam em um abismo capaz de devorar vidas. Lagioia questiona o que nos leva a cruzar a linha da desumanidade, a indiferença que permite que o mal se instale e a complexa teia de relações sociais, psicológicas e até políticas que pavimentam o caminho para a barbárie.

‘A cidade dos vivos’ é mais que um relato de *true crime*; é uma anatomia implacável de uma era, um grito de alerta e um espelho para as sombras que espreitam sob a superfície de nossas próprias vidas e cidades. Prepare-se para uma leitura visceral, que irá perturbar, fascinar e, acima de tudo, forçá-lo a olhar para o lado escuro da alma humana e da sociedade sem desviar o olhar.

“A cidade dos vivos” está à venda no site da Âyiné.

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