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Do pijama à produtividade: o romance com o home office

A liberdade de poder trabalhar de pijama, pausar para abraçar o meu gato, ouvir minha playlist favorita e decidir a melhor hora para almoçar – isso foi como um abraço caloroso que me envolveu

Do pijama à produtividade: o romance com o home office

A liberdade de poder trabalhar de pijama, pausar para abraçar o meu gato, ouvir minha playlist favorita e decidir a melhor hora para almoçar – isso foi como um abraço caloroso que me envolveu

Avatar de Hernandes Matias Junior

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Sabe, aqueles clichês que a vida adora nos impingir? Bem, eu sou um desses clichês ambulantes, mas não tenho vergonha de admitir. É isso mesmo: me apaixonei. E o objeto do meu afeto não é uma pessoa, um lugar ou um hobby. É meu home office.

Você já se pegou olhando para a tela do seu computador em casa e pensando: “Como eu vivi tanto tempo sem isso?”. Pois é, meu caro, isso é amor verdadeiro. Quero dividir com vocês essa crônica de paixão por trabalhar em casa, porque, acreditem, não tenho a menor intenção de voltar ao escritório.

O meu romance com o home office começou por necessidade, no início da pandemia. Lembro-me da minha primeira manhã em casa, sentado na mesa da cozinha, com um café quentinho ao meu lado. O silêncio era ensurdecedor, mas logo percebi que era música para os meus ouvidos. Adeus trânsito caótico, colegas de trabalho tagarelas e a pressão do chefe olhando por cima do ombro.

A liberdade de poder trabalhar de pijama, pausar para abraçar o meu gato, ouvir minha playlist favorita e decidir a melhor hora para almoçar – isso foi como um abraço caloroso que me envolveu. Não sou o tipo de pessoa que nega que um bom happy hour após o expediente no escritório pode ser divertido, mas agora a cervejinha e o petisco são no conforto do meu sofá.

E o tempo que economizei? Não sei vocês, mas eu diria que meu relacionamento com o home office é uma economia sólida. Adeus ao tempo perdido no trânsito, às reuniões infindáveis e às roupas sociais que sufocavam minha alma. Hoje, sou um exemplo do movimento “cheguei na sexta-feira” desde segunda-feira, em casa, e é uma sensação maravilhosa.

Claro, meu querido leitor, nem tudo são flores. Existem distrações tentadoras por toda parte. Uma xícara de café que precisa ser reabastecida a cada 15 minutos, a Netflix chamando o meu nome, a procrastinação no Instagram. Mas, como todo relacionamento, é um equilíbrio delicado.

Às vezes, me pego lembrando do escritório, da água do bebedouro que eu dividia com os colegas, do barulho das máquinas da copiadora e das risadas nas pausas para o café. Mas então, olho para a minha querida escrivaninha em casa, para o silêncio que me acalma e para a possibilidade de um cochilo no sofá quando a inspiração some, e percebo que o amor é real.

Não, não pretendo mais voltar ao escritório. Este amor pelo home office é verdadeiro e profundo. É o meu novo normal, e eu sou um clichê feliz por isso. Pode não ser um romance para todos, mas para mim, trabalhar de casa é como um abraço acolhedor que nunca quero soltar.

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Sabe, aqueles clichês que a vida adora nos impingir? Bem, eu sou um desses clichês ambulantes, mas não tenho vergonha de admitir. É isso mesmo: me apaixonei. E o objeto do meu afeto não é uma pessoa, um lugar ou um hobby. É meu home office.

Você já se pegou olhando para a tela do seu computador em casa e pensando: “Como eu vivi tanto tempo sem isso?”. Pois é, meu caro, isso é amor verdadeiro. Quero dividir com vocês essa crônica de paixão por trabalhar em casa, porque, acreditem, não tenho a menor intenção de voltar ao escritório.

O meu romance com o home office começou por necessidade, no início da pandemia. Lembro-me da minha primeira manhã em casa, sentado na mesa da cozinha, com um café quentinho ao meu lado. O silêncio era ensurdecedor, mas logo percebi que era música para os meus ouvidos. Adeus trânsito caótico, colegas de trabalho tagarelas e a pressão do chefe olhando por cima do ombro.

A liberdade de poder trabalhar de pijama, pausar para abraçar o meu gato, ouvir minha playlist favorita e decidir a melhor hora para almoçar – isso foi como um abraço caloroso que me envolveu. Não sou o tipo de pessoa que nega que um bom happy hour após o expediente no escritório pode ser divertido, mas agora a cervejinha e o petisco são no conforto do meu sofá.

E o tempo que economizei? Não sei vocês, mas eu diria que meu relacionamento com o home office é uma economia sólida. Adeus ao tempo perdido no trânsito, às reuniões infindáveis e às roupas sociais que sufocavam minha alma. Hoje, sou um exemplo do movimento “cheguei na sexta-feira” desde segunda-feira, em casa, e é uma sensação maravilhosa.

Claro, meu querido leitor, nem tudo são flores. Existem distrações tentadoras por toda parte. Uma xícara de café que precisa ser reabastecida a cada 15 minutos, a Netflix chamando o meu nome, a procrastinação no Instagram. Mas, como todo relacionamento, é um equilíbrio delicado.

Às vezes, me pego lembrando do escritório, da água do bebedouro que eu dividia com os colegas, do barulho das máquinas da copiadora e das risadas nas pausas para o café. Mas então, olho para a minha querida escrivaninha em casa, para o silêncio que me acalma e para a possibilidade de um cochilo no sofá quando a inspiração some, e percebo que o amor é real.

Não, não pretendo mais voltar ao escritório. Este amor pelo home office é verdadeiro e profundo. É o meu novo normal, e eu sou um clichê feliz por isso. Pode não ser um romance para todos, mas para mim, trabalhar de casa é como um abraço acolhedor que nunca quero soltar.

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