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Desmascarando os críticos mais severos de São Paulo

Há um segredo que todos nós conhecemos, mas que eles relutam em admitir: essas pessoas só não se mudam para São Paulo porque não conseguem se manter lá

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Há um segredo que todos nós conhecemos, mas que eles relutam em admitir: essas pessoas só não se mudam para São Paulo porque não conseguem se manter lá

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É curioso como as pessoas adoram apontar o dedo para São Paulo, como se fosse um bicho-papão das cidades. Reclamam do trânsito caótico, das chuvas torrenciais que inundam as ruas, e da poluição que, segundo eles, é capaz de corroer até mesmo o espírito mais resiliente. Mas, no fundo, sabemos a verdade: eles estão com inveja.

Sim, a inveja é uma emoção poderosa. Aqueles que malham São Paulo como se fosse um esporte olímpico secreto são os mesmos que, em suas noites solitárias, folheiam revistas de imóveis e sonham com apartamentos de luxo na Avenida Paulista. Eles se escondem atrás de uma fachada de desdém, mas seus olhos brilham ao imaginar-se passeando pelo Parque Ibirapuera, ou desfrutando da culinária de classe mundial em restaurantes paulistanos.

E quando têm a oportunidade de visitar a cidade, sua transformação é rápida e completa. Lá estão eles, maravilhados com a grandiosidade da Avenida Paulista, posando para selfies na frente do MASP, e enchendo as redes sociais com fotos dos pratos que juravam que nunca experimentariam. Até mesmo o metrô torna-se uma espécie de atração turística, como se fosse um brinquedo novo.

Há um segredo que todos nós conhecemos, mas que eles relutam em admitir: essas pessoas só não se mudam para São Paulo porque não conseguem se manter lá. O sonho delas não é apenas visitar a cidade; é conseguir um emprego na capital paulista e ser parte daquele turbilhão de oportunidades e diversidade. Embora façam piadas sobre o alto custo de vida, secretamente sonham em garantir uma vaga na metrópole, em um escritório moderno ou em uma startup promissora. Suas mentes estão cheias de histórias de sucesso, de pessoas que vieram de todos os cantos do país e do mundo para construir suas carreiras em São Paulo.

Claro, eles nunca vão admitir. Continuarão a bater na cidade, reclamando da violência, do custo de vida e de tudo mais que possa manter os outros à distância. Mas vamos admitir a verdade. São Paulo pode ser um monstro implacável, mas é um monstro que você acaba amando, mesmo que relutantemente. E para aqueles que ousam criticá-la sem nunca tê-la realmente conhecido, bem, eles estão perdendo a oportunidade de uma vida. Afinal, São Paulo pode ser caótica, mas é uma bagunça que vale a pena experimentar.

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É curioso como as pessoas adoram apontar o dedo para São Paulo, como se fosse um bicho-papão das cidades. Reclamam do trânsito caótico, das chuvas torrenciais que inundam as ruas, e da poluição que, segundo eles, é capaz de corroer até mesmo o espírito mais resiliente. Mas, no fundo, sabemos a verdade: eles estão com inveja.

Sim, a inveja é uma emoção poderosa. Aqueles que malham São Paulo como se fosse um esporte olímpico secreto são os mesmos que, em suas noites solitárias, folheiam revistas de imóveis e sonham com apartamentos de luxo na Avenida Paulista. Eles se escondem atrás de uma fachada de desdém, mas seus olhos brilham ao imaginar-se passeando pelo Parque Ibirapuera, ou desfrutando da culinária de classe mundial em restaurantes paulistanos.

E quando têm a oportunidade de visitar a cidade, sua transformação é rápida e completa. Lá estão eles, maravilhados com a grandiosidade da Avenida Paulista, posando para selfies na frente do MASP, e enchendo as redes sociais com fotos dos pratos que juravam que nunca experimentariam. Até mesmo o metrô torna-se uma espécie de atração turística, como se fosse um brinquedo novo.

Há um segredo que todos nós conhecemos, mas que eles relutam em admitir: essas pessoas só não se mudam para São Paulo porque não conseguem se manter lá. O sonho delas não é apenas visitar a cidade; é conseguir um emprego na capital paulista e ser parte daquele turbilhão de oportunidades e diversidade. Embora façam piadas sobre o alto custo de vida, secretamente sonham em garantir uma vaga na metrópole, em um escritório moderno ou em uma startup promissora. Suas mentes estão cheias de histórias de sucesso, de pessoas que vieram de todos os cantos do país e do mundo para construir suas carreiras em São Paulo.

Claro, eles nunca vão admitir. Continuarão a bater na cidade, reclamando da violência, do custo de vida e de tudo mais que possa manter os outros à distância. Mas vamos admitir a verdade. São Paulo pode ser um monstro implacável, mas é um monstro que você acaba amando, mesmo que relutantemente. E para aqueles que ousam criticá-la sem nunca tê-la realmente conhecido, bem, eles estão perdendo a oportunidade de uma vida. Afinal, São Paulo pode ser caótica, mas é uma bagunça que vale a pena experimentar.

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