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Politizar o amor é perigoso

Ao insistir que os afrodescendentes devem ficar entre si, a esquerda acaba, sem querer, ecoando os desejos dos racistas mais retrógrados

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É incrível como até o amor se tornou uma pauta política nos dias de hoje. Não que já não tenha sido complicado o suficiente decidir quem levaria a última fatia de pizza, agora somos confrontados com a complexa missão de politizar o coração.

Em meio a esse turbilhão de ideologias, uma teoria parece emergir das profundezas da militância: a de que negros devem se unir aos seus iguais para, assim, fortalecer a resistência contra as injustiças do mundo. Quem diria que o cupido agora também carrega uma cartilha política?

Parece que a esquerda, em sua busca incessante pela equidade, encontrou na vida amorosa um campo fértil para semear suas ideias. A lógica é clara: se és negro, ame um negro. Aparentemente, a cartilha do coração agora também traz critérios raciais. Como se o amor pudesse ser segmentado por tonalidades de pele, como se o coração tivesse um código de barras para facilitar a leitura da identidade étnica.

Mas existe uma ironia nesse pensamento. Nesse enredo digno de uma comédia romântica absurda, a esquerda parece ter encontrado um aliado improvável: os racistas. Sim, aqueles que, em tese, deveriam ser os maiores opositores dessa política segregacionista, acabam aplaudindo de camarote.

Afinal, ao insistir que os afrodescendentes devem ficar entre si, a esquerda acaba, sem querer, ecoando os desejos dos racistas mais retrógrados. É como se ambos concordassem em uma dança bizarra, onde a diferença está apenas na trilha sonora que embala esse estranho espetáculo.

Enquanto isso, os casais miscigenados observam perplexos essa encenação grotesca, perguntando-se se estão inadvertidamente desafiando alguma regra não escrita do manual progressista. Afinal, como ousam desafiar a ideia de que o amor deve ser politizado e que a miscigenação é quase um crime contra a humanidade?

Num mundo onde até os afetos são mediados por agendas políticas, resta-nos rir da tragicomédia que se desenrola diante dos nossos olhos. Afinal, no absurdo cotidiano, é o riso que nos salva da insanidade desse romance politizado, onde o coração é forçado a seguir a cartilha do politicamente correto. E, quem sabe, no final das contas, o amor verdadeiro seja aquele que se permite florescer sem se preocupar com as cores que o compõem.

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É incrível como até o amor se tornou uma pauta política nos dias de hoje. Não que já não tenha sido complicado o suficiente decidir quem levaria a última fatia de pizza, agora somos confrontados com a complexa missão de politizar o coração.

Em meio a esse turbilhão de ideologias, uma teoria parece emergir das profundezas da militância: a de que negros devem se unir aos seus iguais para, assim, fortalecer a resistência contra as injustiças do mundo. Quem diria que o cupido agora também carrega uma cartilha política?

Parece que a esquerda, em sua busca incessante pela equidade, encontrou na vida amorosa um campo fértil para semear suas ideias. A lógica é clara: se és negro, ame um negro. Aparentemente, a cartilha do coração agora também traz critérios raciais. Como se o amor pudesse ser segmentado por tonalidades de pele, como se o coração tivesse um código de barras para facilitar a leitura da identidade étnica.

Mas existe uma ironia nesse pensamento. Nesse enredo digno de uma comédia romântica absurda, a esquerda parece ter encontrado um aliado improvável: os racistas. Sim, aqueles que, em tese, deveriam ser os maiores opositores dessa política segregacionista, acabam aplaudindo de camarote.

Afinal, ao insistir que os afrodescendentes devem ficar entre si, a esquerda acaba, sem querer, ecoando os desejos dos racistas mais retrógrados. É como se ambos concordassem em uma dança bizarra, onde a diferença está apenas na trilha sonora que embala esse estranho espetáculo.

Enquanto isso, os casais miscigenados observam perplexos essa encenação grotesca, perguntando-se se estão inadvertidamente desafiando alguma regra não escrita do manual progressista. Afinal, como ousam desafiar a ideia de que o amor deve ser politizado e que a miscigenação é quase um crime contra a humanidade?

Num mundo onde até os afetos são mediados por agendas políticas, resta-nos rir da tragicomédia que se desenrola diante dos nossos olhos. Afinal, no absurdo cotidiano, é o riso que nos salva da insanidade desse romance politizado, onde o coração é forçado a seguir a cartilha do politicamente correto. E, quem sabe, no final das contas, o amor verdadeiro seja aquele que se permite florescer sem se preocupar com as cores que o compõem.

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