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“Cuspindo em Hegel – e outos escritos”, Carla Lonzi

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Cuspindo em Hegel – e outos escritos

Prepare-se para um manifesto que é um soco no estômago, um convite à insurgência e um estilhaçar do cânone. “Cuspindo em Hegel – e outros escritos” de Carla Lonzi não é apenas um livro; é um ato de ruptura visceral, uma declaração de guerra à lógica patriarcal que moldou milênios de pensamento, arte e existência. A começar pelo título, Lonzi não pede licença, ela profana o altar da razão masculina que, em sua visão, silenciou ou distorceu a experiência feminina.

Este volume reúne os textos fundamentais de uma das vozes mais radicais do feminismo italiano, que se recusou a ser domesticada por qualquer sistema – seja ele o marxismo, a psicanálise ou mesmo vertentes do feminismo que, para ela, ainda buscavam a integração em um mundo definido por homens. Lonzi não quer “igualdade” dentro de um sistema opressor; ela quer a demolição desse sistema e a construção de um novo campo de possibilidades a partir da “Diferença Sexual” como um valor intrínseco, não como uma deficiência.

Através de ensaios, diálogos e manifestos – como o seminal “Manifesto de Rivolta Femminile” –, a autora dinamita as estruturas de poder, questionando o papel da mulher na história da arte, a pretensão universalista da filosofia e a própria concepção de subjetividade. É um mergulho profundo na necessidade de a mulher se autodefinir, criar sua própria genealogia, sua própria linguagem e sua própria “autoconsciência”. Lonzi nos convida a confrontar o silêncio imposto por milênios, a reclamar uma voz que não seja mediada pela experiência masculina, mas que emane de um eu feminino autêntico e irredutível.

“Cuspindo em Hegel” é um grito abissal por uma revolução que começa no corpo, na mente e na alma da mulher. É um texto implacável, desafiador e profundamente libertador, que ressoa com uma urgência surpreendente nas discussões contemporâneas sobre identidade, poder e a busca por uma verdadeira autonomia. Se você busca uma leitura que não apenas informe, mas que provoque, inspire e incite à reflexão mais profunda sobre o que significa ser mulher e humana em um mundo ainda em construção, este livro é o seu ponto de partida – ou de não retorno.

“Cuspindo em Hegel – e outos escritos” está à venda no site da Âyiné.

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Cuspindo em Hegel – e outos escritos

Prepare-se para um manifesto que é um soco no estômago, um convite à insurgência e um estilhaçar do cânone. “Cuspindo em Hegel – e outros escritos” de Carla Lonzi não é apenas um livro; é um ato de ruptura visceral, uma declaração de guerra à lógica patriarcal que moldou milênios de pensamento, arte e existência. A começar pelo título, Lonzi não pede licença, ela profana o altar da razão masculina que, em sua visão, silenciou ou distorceu a experiência feminina.

Este volume reúne os textos fundamentais de uma das vozes mais radicais do feminismo italiano, que se recusou a ser domesticada por qualquer sistema – seja ele o marxismo, a psicanálise ou mesmo vertentes do feminismo que, para ela, ainda buscavam a integração em um mundo definido por homens. Lonzi não quer “igualdade” dentro de um sistema opressor; ela quer a demolição desse sistema e a construção de um novo campo de possibilidades a partir da “Diferença Sexual” como um valor intrínseco, não como uma deficiência.

Através de ensaios, diálogos e manifestos – como o seminal “Manifesto de Rivolta Femminile” –, a autora dinamita as estruturas de poder, questionando o papel da mulher na história da arte, a pretensão universalista da filosofia e a própria concepção de subjetividade. É um mergulho profundo na necessidade de a mulher se autodefinir, criar sua própria genealogia, sua própria linguagem e sua própria “autoconsciência”. Lonzi nos convida a confrontar o silêncio imposto por milênios, a reclamar uma voz que não seja mediada pela experiência masculina, mas que emane de um eu feminino autêntico e irredutível.

“Cuspindo em Hegel” é um grito abissal por uma revolução que começa no corpo, na mente e na alma da mulher. É um texto implacável, desafiador e profundamente libertador, que ressoa com uma urgência surpreendente nas discussões contemporâneas sobre identidade, poder e a busca por uma verdadeira autonomia. Se você busca uma leitura que não apenas informe, mas que provoque, inspire e incite à reflexão mais profunda sobre o que significa ser mulher e humana em um mundo ainda em construção, este livro é o seu ponto de partida – ou de não retorno.

“Cuspindo em Hegel – e outos escritos” está à venda no site da Âyiné.

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