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Luísa Sonza deve morrer

É o que pensam os militantes de esquerda da Internet

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Vou considerar que é legítimo o processo de racismo que a advogada Isabel Macedo moveu contra Luísa Sonza, por confundi-la com uma funcionária em uma festa em Fernando de Noronha. Nesta última semana esse processo foi encerrado com acordo de indenização e a vítima disse que ficou satisfeita com o desfecho. Além disso, Luísa Sonza pediu desculpas publicamente pelo ocorrido em Noronha. Mas para os militantes de esquerda da Internet, isso não é o bastante.

Luísa Sonza continua sendo atacado como se tivesse matado uma mulher negra, desovado o corpo e negado todas as acusações. Xingam Luísa como se ela fosse uma racista convicta, exagerando muito o crime que ela cometeu.

Se depois de pagar na justiça o que devia e de pedir desculpas publicamente Luísa Sonza não foi perdoada, o que mais ela precisa fazer para ser? O que falta é ela morrer.

É curioso que as pessoas que atacam Luísa Sonza, são as mesmas que são contra a pena de morte e redução da maioridade penal e acreditam na ressocialização de ex-presidiários. Mas como? Isso não faz sentido. Como acreditar nisso tudo, se essas pessoas se mostram irredutíveis em não perdoar uma pessoa que confundiu uma negra com uma funcionária?

Mais do que isso, se não acreditam que as pessoas podem se desculpar, que elas podem aprender com os seus erros e mudar, para que militar? Para que lutar, se a crença é de que não é possível a mudança?

A impressão que fica é de que os ataques à Luísa Sonza é puro fruto da necessidade de violência, da vontade de dar vazão ao ressentimento, dessas pessoas que se acham donas da régua da ética e da moral, que vivem na hipocrisia, pois ainda cometem todos os pequenos erros que vivem apontando nas outras pessoas.

Desculpas importam e as pessoas mudam. Se não acreditarmos nisso, nossas lutas são em vão, e estamos perdendo tempo.

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Vou considerar que é legítimo o processo de racismo que a advogada Isabel Macedo moveu contra Luísa Sonza, por confundi-la com uma funcionária em uma festa em Fernando de Noronha. Nesta última semana esse processo foi encerrado com acordo de indenização e a vítima disse que ficou satisfeita com o desfecho. Além disso, Luísa Sonza pediu desculpas publicamente pelo ocorrido em Noronha. Mas para os militantes de esquerda da Internet, isso não é o bastante.

Luísa Sonza continua sendo atacado como se tivesse matado uma mulher negra, desovado o corpo e negado todas as acusações. Xingam Luísa como se ela fosse uma racista convicta, exagerando muito o crime que ela cometeu.

Se depois de pagar na justiça o que devia e de pedir desculpas publicamente Luísa Sonza não foi perdoada, o que mais ela precisa fazer para ser? O que falta é ela morrer.

É curioso que as pessoas que atacam Luísa Sonza, são as mesmas que são contra a pena de morte e redução da maioridade penal e acreditam na ressocialização de ex-presidiários. Mas como? Isso não faz sentido. Como acreditar nisso tudo, se essas pessoas se mostram irredutíveis em não perdoar uma pessoa que confundiu uma negra com uma funcionária?

Mais do que isso, se não acreditam que as pessoas podem se desculpar, que elas podem aprender com os seus erros e mudar, para que militar? Para que lutar, se a crença é de que não é possível a mudança?

A impressão que fica é de que os ataques à Luísa Sonza é puro fruto da necessidade de violência, da vontade de dar vazão ao ressentimento, dessas pessoas que se acham donas da régua da ética e da moral, que vivem na hipocrisia, pois ainda cometem todos os pequenos erros que vivem apontando nas outras pessoas.

Desculpas importam e as pessoas mudam. Se não acreditarmos nisso, nossas lutas são em vão, e estamos perdendo tempo.

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