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Filme: “Juventude” (2015), Paolo Sorrentino

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Em um luxuoso hotel nos Alpes Suíços, Fred Ballinger, um maestro e compositor aposentado, e Mick Boyle, um cineasta em atividade, desfrutam de um período de descanso e reflexão. Fred, apesar de sua aclamada carreira, resiste aos insistentes apelos da Rainha Elizabeth II para reger uma última vez sua obra-prima, “Simple Songs”. Mick, por sua vez, batalha para finalizar o roteiro de seu novo filme, cercado por um grupo de jovens e entusiastas colaboradores, buscando inspiração em meio à paisagem deslumbrante e às conversas profundas com seu velho amigo.

A rotina aparentemente tranquila é pontuada por encontros singulares: uma Miss Universo que personifica a beleza efêmera, um ator atormentado por sua fama superficial, e uma jovem massagista que parece carregar consigo a sabedoria ancestral da montanha. Através dessas interações, e das memórias que emergem de seus passados, Fred e Mick confrontam a complexidade da velhice, a inevitabilidade da perda, e a busca incessante por significado em um mundo em constante transformação.

Sorrentino, com sua direção elegante e fotografia exuberante, orquestra um balé melancólico sobre a passagem do tempo, a fragilidade da memória e a persistência da beleza, mesmo em meio ao declínio. O filme não oferece soluções simplistas, mas sim convida o espectador a contemplar a beleza fugaz da vida, à luz da filosofia nietzschiana do eterno retorno, onde cada instante, mesmo o mais banal, ecoa em um ciclo infinito de repetição e renovação. Juventude, mais do que um retrato da velhice, é uma ode à vitalidade que reside na capacidade de se maravilhar com o mundo, independentemente da idade.

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Em um luxuoso hotel nos Alpes Suíços, Fred Ballinger, um maestro e compositor aposentado, e Mick Boyle, um cineasta em atividade, desfrutam de um período de descanso e reflexão. Fred, apesar de sua aclamada carreira, resiste aos insistentes apelos da Rainha Elizabeth II para reger uma última vez sua obra-prima, “Simple Songs”. Mick, por sua vez, batalha para finalizar o roteiro de seu novo filme, cercado por um grupo de jovens e entusiastas colaboradores, buscando inspiração em meio à paisagem deslumbrante e às conversas profundas com seu velho amigo.

A rotina aparentemente tranquila é pontuada por encontros singulares: uma Miss Universo que personifica a beleza efêmera, um ator atormentado por sua fama superficial, e uma jovem massagista que parece carregar consigo a sabedoria ancestral da montanha. Através dessas interações, e das memórias que emergem de seus passados, Fred e Mick confrontam a complexidade da velhice, a inevitabilidade da perda, e a busca incessante por significado em um mundo em constante transformação.

Sorrentino, com sua direção elegante e fotografia exuberante, orquestra um balé melancólico sobre a passagem do tempo, a fragilidade da memória e a persistência da beleza, mesmo em meio ao declínio. O filme não oferece soluções simplistas, mas sim convida o espectador a contemplar a beleza fugaz da vida, à luz da filosofia nietzschiana do eterno retorno, onde cada instante, mesmo o mais banal, ecoa em um ciclo infinito de repetição e renovação. Juventude, mais do que um retrato da velhice, é uma ode à vitalidade que reside na capacidade de se maravilhar com o mundo, independentemente da idade.

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