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Filme: “Bananas” (1971), Woody Allen

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Em Bananas, a obra de 1971 dirigida e estrelada por Woody Allen, o público é lançado na vida de Fielding Mellish, um testador de produtos nova-iorquino cronicamente neurótico e desajustado. Sua existência monótona, marcada por inseguranças e comentários internos incessantes, ganha um inesperado impulso quando ele tenta impressionar Nancy, uma ativista social fervorosa. Na tentativa de provar seu valor e sua paixão política, Fielding se envolve, de maneira totalmente incompetente, com uma revolução que eclode na fictícia república de San Marcos, um país tropical governado por um ditador caricato.

A trama de Bananas se desenrola em uma série de eventos absurdos e mal-entendidos, que levam Mellish de um mero simpatizante a um líder revolucionário por acidente, culminando em sua ascensão inesperada à presidência de uma nação em caos. O filme satiriza com acidez a espetacularização da política, a futilidade das burocracias e a facilidade com que a mídia de massa pode moldar percepções, transformando um inepto em figura pública venerada ou execrada com a mesma celeridade. Allen maneja um arsenal de gags visuais e verbais, misturando o slapstick com um humor cerebral que se desdobra em diálogos rápidos e observações cínicas sobre a condição humana, especialmente a sua própria.

Neste cenário de comédia de erros e identidades trocadas, a própria existência de Fielding Mellish ecoa o conceito do absurdismo. Ele navega por um mundo desprovido de sentido intrínseco, reagindo com perplexidade e ansiedade diante da irracionalidade dos acontecimentos, mas, ironicamente, encontrando seu lugar justamente na mais completa falta de lógica. Bananas permanece como um estudo hilário sobre a incompetência elevada à arte e a maneira como a loucura social pode se manifestar em estruturas de poder. É um testamento precoce ao estilo inconfundível de Allen, consolidando sua capacidade de extrair risadas amargas das falhas da sociedade e do indivíduo, deixando uma marca duradoura na comédia cinematográfica ao expor o ridículo com precisão.

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Em Bananas, a obra de 1971 dirigida e estrelada por Woody Allen, o público é lançado na vida de Fielding Mellish, um testador de produtos nova-iorquino cronicamente neurótico e desajustado. Sua existência monótona, marcada por inseguranças e comentários internos incessantes, ganha um inesperado impulso quando ele tenta impressionar Nancy, uma ativista social fervorosa. Na tentativa de provar seu valor e sua paixão política, Fielding se envolve, de maneira totalmente incompetente, com uma revolução que eclode na fictícia república de San Marcos, um país tropical governado por um ditador caricato.

A trama de Bananas se desenrola em uma série de eventos absurdos e mal-entendidos, que levam Mellish de um mero simpatizante a um líder revolucionário por acidente, culminando em sua ascensão inesperada à presidência de uma nação em caos. O filme satiriza com acidez a espetacularização da política, a futilidade das burocracias e a facilidade com que a mídia de massa pode moldar percepções, transformando um inepto em figura pública venerada ou execrada com a mesma celeridade. Allen maneja um arsenal de gags visuais e verbais, misturando o slapstick com um humor cerebral que se desdobra em diálogos rápidos e observações cínicas sobre a condição humana, especialmente a sua própria.

Neste cenário de comédia de erros e identidades trocadas, a própria existência de Fielding Mellish ecoa o conceito do absurdismo. Ele navega por um mundo desprovido de sentido intrínseco, reagindo com perplexidade e ansiedade diante da irracionalidade dos acontecimentos, mas, ironicamente, encontrando seu lugar justamente na mais completa falta de lógica. Bananas permanece como um estudo hilário sobre a incompetência elevada à arte e a maneira como a loucura social pode se manifestar em estruturas de poder. É um testamento precoce ao estilo inconfundível de Allen, consolidando sua capacidade de extrair risadas amargas das falhas da sociedade e do indivíduo, deixando uma marca duradoura na comédia cinematográfica ao expor o ridículo com precisão.

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