Mark é um artista HIV positivo que transforma dor em instalações efêmeras, enquanto seu namorado Joey, coletor de lixo e filho adotivo, tenta descobrir suas origens. A morte do pai distancia ainda mais Mark e o leva a uma obsessão: erguer uma catedral em tamanho real com restos e sucata. Joey enfrenta a tensão com a família e a busca pelos pais biológicos. Entre luto, desejo de pertencimento e a tentativa de manter a relação, os dois acabam construindo juntos uma obra que sintetiza perda e reconciliação.









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