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Filme: “A Princesa Prometida” (1987), Rob Reiner

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Era uma vez (ou seria “há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante”?), um avô de voz cansada tenta distrair seu neto adoentado com uma história. Não uma história qualquer, mas um épico de capa e espada, romance açucarado, vingança cruel e humor absurdamente delicioso chamado “A Princesa Prometida”. Prepare-se para Westley, o serviçal de fazenda que, após jurar amor eterno à bela Buttercup, parte em busca de fortuna e acaba dado como morto. Prepare-se para Buttercup, a jovem forçada a se casar com o príncipe Humperdinck, um sujeito tão ambicioso quanto desprovido de charme.

Mas espere, tem mais! Um trio de foras da lei improvável – o espadachim espanhol Inigo Montoya, consumido pela busca por vingança contra o homem de seis dedos que assassinou seu pai; Fezzik, o gigante turco com força descomunal e um coração de ouro; e Vizzini, o gênio maquiavélico obcecado por sua própria inteligência – sequestra Buttercup, desencadeando uma série de eventos que desafiam a lógica e abraçam o puro escapismo. “A Princesa Prometida” subverte os clichês do gênero fantasia com uma inteligência afiada e um elenco que parece estar se divertindo tanto quanto o público.

Enquanto Westley ressurge das profundezas do “Poço do Desespero”, Buttercup confronta a terrível perspectiva de um casamento arranjado, Inigo Montoya se aproxima de seu alvo, e Fezzik questiona a ética duvidosa de seu chefe, o filme tece uma trama intrincada de lealdade, honra e o poder redentor do amor verdadeiro. Sob a direção habilidosa de Rob Reiner, o filme se equilibra entre a sátira inteligente e a homenagem sincera aos contos de fadas clássicos, culminando em um clímax que desafia as convenções e celebra a imprevisibilidade da vida. A narrativa, emoldurada pela interação afetuosa entre avô e neto, questiona a própria natureza da realidade e da ficção, revelando como as histórias que contamos moldam nossa percepção do mundo e como a crença inabalável no extraordinário pode ser a chave para superar até mesmo os obstáculos mais intransponíveis. Afinal, como Vizzini diria (antes de ser inteligentemente enganado), “Inconcebível!” que um filme tão singular consiga agradar a tantas gerações.

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Era uma vez (ou seria “há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante”?), um avô de voz cansada tenta distrair seu neto adoentado com uma história. Não uma história qualquer, mas um épico de capa e espada, romance açucarado, vingança cruel e humor absurdamente delicioso chamado “A Princesa Prometida”. Prepare-se para Westley, o serviçal de fazenda que, após jurar amor eterno à bela Buttercup, parte em busca de fortuna e acaba dado como morto. Prepare-se para Buttercup, a jovem forçada a se casar com o príncipe Humperdinck, um sujeito tão ambicioso quanto desprovido de charme.

Mas espere, tem mais! Um trio de foras da lei improvável – o espadachim espanhol Inigo Montoya, consumido pela busca por vingança contra o homem de seis dedos que assassinou seu pai; Fezzik, o gigante turco com força descomunal e um coração de ouro; e Vizzini, o gênio maquiavélico obcecado por sua própria inteligência – sequestra Buttercup, desencadeando uma série de eventos que desafiam a lógica e abraçam o puro escapismo. “A Princesa Prometida” subverte os clichês do gênero fantasia com uma inteligência afiada e um elenco que parece estar se divertindo tanto quanto o público.

Enquanto Westley ressurge das profundezas do “Poço do Desespero”, Buttercup confronta a terrível perspectiva de um casamento arranjado, Inigo Montoya se aproxima de seu alvo, e Fezzik questiona a ética duvidosa de seu chefe, o filme tece uma trama intrincada de lealdade, honra e o poder redentor do amor verdadeiro. Sob a direção habilidosa de Rob Reiner, o filme se equilibra entre a sátira inteligente e a homenagem sincera aos contos de fadas clássicos, culminando em um clímax que desafia as convenções e celebra a imprevisibilidade da vida. A narrativa, emoldurada pela interação afetuosa entre avô e neto, questiona a própria natureza da realidade e da ficção, revelando como as histórias que contamos moldam nossa percepção do mundo e como a crença inabalável no extraordinário pode ser a chave para superar até mesmo os obstáculos mais intransponíveis. Afinal, como Vizzini diria (antes de ser inteligentemente enganado), “Inconcebível!” que um filme tão singular consiga agradar a tantas gerações.

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