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Filme: “Branded to Kill” (1967), Seijun Suzuki

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Em ‘Branded to Kill’ (Koroshi no Rakuin), Seijun Suzuki entrega uma incursão singular no cinema japonês de 1967, centrada em Goro Hanada, o Assassino Número Três do Japão, um homem que define sua existência pela precisão e eficácia de seus golpes. Impulsionado por uma ambição peculiar, Hanada aspira a superar seus pares e alcançar o topo da hierarquia clandestina, tornando-se o lendário Número Um. Essa jornada, no entanto, é tudo menos linear ou previsível.

A narrativa acompanha Hanada em uma série de contratos que gradualmente se tornam mais excêntricos e arriscados, culminando em um assassinato que ele falha em executar devido a uma borboleta. Essa falha o coloca na mira de seus próprios associados e do esquivo e enigmático Assassino Número Um. O enredo se entrelaça com a aparição de Misako, uma mulher misteriosa e fetichista com uma fixação em aromas e morte, que parece desafiar a própria sanidade de Hanada e a solidez de sua realidade. À medida que Hanada mergulha mais fundo nesse confronto existencial, sua vida profissional e pessoal se desintegram em um turbilhão de violência estilizada, erotismo bizarro e momentos de humor negro.

Suzuki orquestra essa trama com uma liberdade formal notável. A direção de arte arrojada e a cinematografia em preto e branco empregam contrastes marcantes e composições que flertam com o absurdo. A edição, com seus cortes abruptos e elipses ousadas, desorienta propositalmente, construindo uma atmosfera onírica onde a lógica causal é frequentemente subvertida. A trilha sonora jazzística pontua a ação, realçando o ritmo frenético e a estranheza dos eventos. ‘Branded to Kill’ examina a obsessão e a busca incessante por um propósito, mesmo quando esse propósito se revela vazio ou autodestrutivo. Ele oferece uma meditação visual sobre a identidade em crise, onde a linha entre predador e presa, perseguidor e perseguido, se dissolve em uma coreografia de absurdo e desespero. O filme se estabeleceu como um marco influente, reverenciado por sua audácia estilística e sua capacidade de reimaginare as convenções do cinema de gênero.

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Em ‘Branded to Kill’ (Koroshi no Rakuin), Seijun Suzuki entrega uma incursão singular no cinema japonês de 1967, centrada em Goro Hanada, o Assassino Número Três do Japão, um homem que define sua existência pela precisão e eficácia de seus golpes. Impulsionado por uma ambição peculiar, Hanada aspira a superar seus pares e alcançar o topo da hierarquia clandestina, tornando-se o lendário Número Um. Essa jornada, no entanto, é tudo menos linear ou previsível.

A narrativa acompanha Hanada em uma série de contratos que gradualmente se tornam mais excêntricos e arriscados, culminando em um assassinato que ele falha em executar devido a uma borboleta. Essa falha o coloca na mira de seus próprios associados e do esquivo e enigmático Assassino Número Um. O enredo se entrelaça com a aparição de Misako, uma mulher misteriosa e fetichista com uma fixação em aromas e morte, que parece desafiar a própria sanidade de Hanada e a solidez de sua realidade. À medida que Hanada mergulha mais fundo nesse confronto existencial, sua vida profissional e pessoal se desintegram em um turbilhão de violência estilizada, erotismo bizarro e momentos de humor negro.

Suzuki orquestra essa trama com uma liberdade formal notável. A direção de arte arrojada e a cinematografia em preto e branco empregam contrastes marcantes e composições que flertam com o absurdo. A edição, com seus cortes abruptos e elipses ousadas, desorienta propositalmente, construindo uma atmosfera onírica onde a lógica causal é frequentemente subvertida. A trilha sonora jazzística pontua a ação, realçando o ritmo frenético e a estranheza dos eventos. ‘Branded to Kill’ examina a obsessão e a busca incessante por um propósito, mesmo quando esse propósito se revela vazio ou autodestrutivo. Ele oferece uma meditação visual sobre a identidade em crise, onde a linha entre predador e presa, perseguidor e perseguido, se dissolve em uma coreografia de absurdo e desespero. O filme se estabeleceu como um marco influente, reverenciado por sua audácia estilística e sua capacidade de reimaginare as convenções do cinema de gênero.

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